domingo, 28 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Benjamin Nieto Senetineru uva Syrah
O bom de gostar de vinhos sem ser um especialista neles é a oportunidade de simplesmente provar. Nesse tour por vinhos andei andarilhando pela Argentina, mas precisamente, em Mendoza, isso, saindo de casa apenas para ir à adega do mercado. E de tanto provar, algumas coisas interessantes foram encontradas pelo caminho, “apareceu” um vinho bom, e quem diria, barato.
Além de bom vinho, Mendoza é lugar de belas paisagens.
Trata-se do vinho Benjamin – Nieto Senetiner. A safra é de 2008 e a uva é a Syrah. Lembrando que a uva Syrah tem a característica de produzir vinhos naturalmente encorpados, com aroma mais forte que deixam a boca quase ressecada. Por essa característica, vão bem com pratos com muito molho. Particularmente tenho gostado muito dos vinho secos, aqueles que “pesam” na boca. Essa talvez seja uma ótima descrição do Benjamin. Vale à pena experimentar. Na maioria dos mercados é vendido a preços acessíveis.
sábado, 2 de janeiro de 2010
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Santa Carolina Carmenére
Tive a alegria de conhecer pessoalmente a vinícola Santa Carolina em uma viagem que fiz ao Chile. Naquela época eu ainda não sabia da história da Carmenére. Como a Santa Carolina ganhou diversos prêmios com seu “Reserva de Família Carmenére”, o enólogo me contou a história que achei interessante reproduzir aqui.
A história da cepa Carmenère, assim como da vitivinicultura chilena atual, tem suas raízes na França, país de grande conhecimento e desenvolvimento da indústria vinícola.
Nos vinhedos bordaleses do século XIX, a Carmenère convivia com outras uvas locais como a Malbec, Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc, produzindo os famosos vinhos do Médoc.
Em 1860, uma praga devastadora chamada “filoxera” destruiu quase a totalidade dos vinhedos franceses. Bordeaux teria que começar tudo de novo. O processo de replantio se deu enxertando as videiras francesas em videiras norte-americanas, que eram resistentes a diversas pragas e em particular a filoxera. Mas a Carmenère não foi bem sucedida, tendo sido praticamente extinta da França.
Mas bem antes da Filoxera, visionários empreendedores chilenos, convencidos do grande potencial do seu país para a produção de vinhos, levaram mudas de diversas uvas francesas para o lá e dentre elas a Carmenère.
Condições favoráveis de clima e solo acolheram muitas bem estas uvas, mas a Carmenère ficou durante muitos anos, erroneamente confundida com a uva Merlot, até que em 1994, o Francês Jean Michel Boursiquot apresentou um estudo no Sexto Congresso Latino-americano de Viticultura e Enologia, realizado no Chile, identificando a Carmenère. Testes de DNA vieram a comprovar definitivamente a sua verdadeira natureza.
A partir desse momento, a Carmenère ganhou seu nome verdadeiro e reapareceu no cenário vitivinícola mundial e no Chile o seu plantio só fez crescer.
Apesar de ter trazido duas garrafas do premiado “Reserva de Família 2007”, achamos melhor começar com a linha Reserva, um vinho na faixa dos R$30,00 aqui no Brasil. Acima dele a Santa Carolina tem o Barrica Selleción (Gran Reserva) e o Reserva de Família. No Chile não encontramos esta linha Reserva. Lá ela é vendida como “Estrella de Oro”.
Vamos então à degustação:
Visual
AK – Rolha nacionalista sem graça, só consta “Chile”. Na taça tem cor de sangue de vídeo game com gotas médias. Belíssimo.
GK – Cor Púrpura, um rosa bem escuro. Achei a cor linda, intensa e quase que fosforescente. Notas longas e também belas.
Aroma
AK – Vinho leve, mostrando a madeira através da baunilha. Trouxe também frutas vermelhas bem acentuadas.
GK – Frutas vermelhas saltam no início. Baunilha ao fundo. O álcool, a 14oGL, quase imperceptível.
Paladar
AK – Taninos perfeitos, persistente, retrogosto presente e amargo. Harmonizou com queijo e castanha de caju mas não perfeitamente.
GK – Frutas enchem a boca. Vinho bem estruturado com final intenso, taninos redondos e macios e retrogosto muito gostoso. Precisamos degustá-lo novamente com um prato mais elaborado.
O que diz a vinícola:
Composición: 85% Carmenère - 15% Cabernet Sauvignon
Tiempo en Barrica: 9 meses
Notas del Enólogo: Reserva Carmenère muestra un intenso y brillante color rojo carmín a violeta. En aroma es muy especiado en equilibrio con tonos frutales, especialmente ciruelas. Además se encuentran notas a café y chocolate. Es un vino de gran cuerpo pero de taninos suaves y redondos, con un final largo. Es un vino muy complejo debido a la gran variedad de sabores. Resulta ideal como acompañamiento de pastas frías, cocina Mediterránea, quesos suaves, carnes rojas y blancas. Servir a una temperatura de 18°c y 20 °C.
Um vinho de excelente custo benefício!! A expectativa em abrir o Reserva de Família só fez aumentar.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Benjamin de Rothschild
Vinícolas do Sul> África Rupert> Vignerons Rothschild

Região: Paarl

Região: Paarl
Proprietário: Rupert família e Barão Benjamin de Rothschild
Rupert & Rothschild Chardonnay Vignerons Baronesa Nadine 2008
Elagantly estruturado com aromas de folhas de citros e flor de mel. undertones mineral Limpe com um toque sutil de nougat
Elagantly estruturado com aromas de folhas de citros e flor de mel. undertones mineral Limpe com um toque sutil de nougat
Abra qui-Sol do meio-dia 17:00
Road 6516 Whitney
Saxapahaw NC 27253Cabernet Sauvignon, Chardonel, Chardonnay, Merlot, Chambourcin, Sauvignon Blanc, Carlos, Scuppernong, magnólia, e vinhos de frutas
Road 6516 Whitney
Saxapahaw NC 27253Cabernet Sauvignon, Chardonel, Chardonnay, Merlot, Chambourcin, Sauvignon Blanc, Carlos, Scuppernong, magnólia, e vinhos de frutas
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